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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A FÁBULA DO PORCO-ESPINHO




FÁBULA DO PORCO-ESPINHO

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos,assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente.
Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornaram a se afastar uns dos outros.
Voltaram a morrer congelados e precisaram fazer uma escolha: desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante.
Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.

Moral da historia: 
“O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades...”


Leia mais: mylife-free.blogspot.com

domingo, 25 de setembro de 2011

Mensagem do DIA!



ABRA A PORTA

Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto. 
Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, na qual haviam gravadas figuras de caveiras.
Nesta sala ele os fazia ficar em círculo, e então dizia:
- Vocês podem escolher morrer flechados por meus arqueiros, ou passarem por aquela porta e por mim lá serem trancados.
Todos os que por ali passaram, escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
Ao término da guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei, disse-lhe:
- Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
- Diga, soldado.
- O que havia por trás da assustadora porta?
- Vá e veja.
O soldado então a abre vagarosamente, e percebe que a medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente, até que totalmente aberta, nota que a porta levava a um caminho que sairia rumo a liberdade.
O soldado admirado apenas olha seu rei que diz:
- Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar abrir esta porta.
Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar? Quantas vezes perdemos a liberdade, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?


(Autor Desconhecido).

AUTENTICIDADE


Autenticidade

Folhas que assumem suas cores
E não precisam ser verdes para ganhar admiração,
Pastéis que se misturam nas mãos de um artista inseguro.
Almas que se expõem,
Se extraem,
Se compõem...se arriscam.
Favores que não se pedem,
Fatores que se alteram,
Amores que não se conquistam e,
Mesmo assim, sabe, se arriscam.
Indivíduos que se prezam,
Que da importância não sabem e não querem
O sabor,
Apenas se arriscando e descobrindo o que são,
Criando situações,
Esquecendo dos perdões,
Alcançando liberdades mesmo incompletas,
Cansados de histórias de cometas.

Acreditar no que se quer plantar,
Acreditar nas perguntas,
No cheiro do travesseiro ao se deitar.
Procurar e admirar quem tem força num suspiro,
Quem dita sua verdade,
Transforma,
Recria,
Adapta a realidade.
Acredita no inferno ou no paraíso.
Quem canta uma canção sem medo de errar,
Gritar, desafinar...
Quem escreve sem pudor,
Sem rancor,
Sem certezas,
Sem absolutos.
Com respiros.

Procurar relativos, relativos absolutos.
Absolutos que se contradizem e que se mantêm.
Procurar o que está além.
A autenticidade do que não se explica.
A contradição do que não se contradiz.
As palavras, linhas e versos
Que não tem porquê.
Apenas se mantêm
E escorrem pelos dedos férteis de quem já exitou demais.
E as folhas se tingem da cor que quiser, ou precisar,
Individual, atemporal e imortal,

Autentico.